Be Movies - Khavn - Filipinas
Este ano fui assistir apenas um filme na Mostra BR de Cinema, mas gostei e fui assistir novamente no dia seguinte. É um filme filipino de um tal de Khavn. Fiquei interessado em assistir pois gosto de cinema asiático em geral, e na sinopse ainda falava que misturava horror e humor negro.
Eram dois programas, "Be Movies 1" e "Be Movies 2".
O que eu assisti era constituído de um longa e um curta. O longa se chamava "Família que come terra unida permanece unida". Os personagens do filme são uma família em que os pais são ocidentais, provavelmente descendentes de espanhóis, e os três filhos são orientais; o filho mais novo que era pra ser um bebê, na verdade é um anão de fraldas. O filme começa com a família jantando e o anão reclamando: "eu não aguento mais, é terra no café, terra no almoço, terra no jantar; essa terra com molho de tomate é horrível".
Daí segue-se uma seqüência incrível de cenas nonsense.
Mas acho que a melhor é a cena em que a mãe da família vai apresentar um programa de televisão. Nas Filipinas se fala tanto o idioma nativo quanto o espanhol e o inglês... E no filme também são falados os três idiomas. Quando a mãe vai apresentar este programa ela fala em espanhol, o que torna a cena mais engraçada ainda. Vou colocar o texto em português, pois não domino o idioma espanhol.
E ela começa a falar: "e agora, você vai assistir o programa "Sexo, drogas e rock'n'road com a Mamma"". O programa é como se fosse um Flash do Amaury Jr., mas muito escroto. Ela entra num lugar, onde estão várias mulheres e fala, toda empolgada:
"E agora estamos entrando no melhor puteiro da cidade! Putas de todos os tipos, para todos os gostos. Se você é menor de idade, estudante, é só trazer o comprovante que você ganha um desconto. Ah, idosos também têm desconto. As garotas aqui fazem tudo: sadomasoquismo! fetiches! te abraçam como se fosse sua mãe! Elas aqui fazem o serviço muito bem feito. Olha aquela ali, provavelmente ela veio de um serviço muito bem feito". E mostra uma mulher durmindo sentada, acabada.
Aí depois ela vai pra um salão onde o pessoal está jogando bilhar e vai falando: "E agora, nós vamos para
o salão das drogas. Isso aqui apenas parece um salão de bilhar, mas as pessoas aqui vivem e respiram drogas. Esse aqui é um viciado, aquele é um traficante."
E a mulher não pára de falar, aí até as legendas começam a zoar com ela. "Eu sou uma vaca! Bla, bla, bla, bla".
E seguem outras ótimas cenas, com muito humor negro, como a cena da briga de galos com música de circo.
É interessante notar que nas Filipinas as influências orientais e ocidentais estão bem misturadas. O filme não tem aquele "estilão" asiático, mas também não tem o estilo ocidental. É bem estranho, por exemplo, ver que um dos atores orientais se chama Gil Mendonza.
Ah, o diretor Khavn é músico também, a música de encerramento que é dele, inclusive, é muito boa, começa ele falando "lupa lupa lupa lupa lupa" (terra em filipino), e vai falando, entre outras coisas, "terra pra mim, terra pra você, terra de dia, terra de noite", mas além disso tem um ritmo ótimo e tem uma hora que o cara começa a berrar.
Depois eu comento sobre o curta que passou depois e que também foi excelente.
Este ano fui assistir apenas um filme na Mostra BR de Cinema, mas gostei e fui assistir novamente no dia seguinte. É um filme filipino de um tal de Khavn. Fiquei interessado em assistir pois gosto de cinema asiático em geral, e na sinopse ainda falava que misturava horror e humor negro.
Eram dois programas, "Be Movies 1" e "Be Movies 2".
O que eu assisti era constituído de um longa e um curta. O longa se chamava "Família que come terra unida permanece unida". Os personagens do filme são uma família em que os pais são ocidentais, provavelmente descendentes de espanhóis, e os três filhos são orientais; o filho mais novo que era pra ser um bebê, na verdade é um anão de fraldas. O filme começa com a família jantando e o anão reclamando: "eu não aguento mais, é terra no café, terra no almoço, terra no jantar; essa terra com molho de tomate é horrível".
Daí segue-se uma seqüência incrível de cenas nonsense.
Mas acho que a melhor é a cena em que a mãe da família vai apresentar um programa de televisão. Nas Filipinas se fala tanto o idioma nativo quanto o espanhol e o inglês... E no filme também são falados os três idiomas. Quando a mãe vai apresentar este programa ela fala em espanhol, o que torna a cena mais engraçada ainda. Vou colocar o texto em português, pois não domino o idioma espanhol.
E ela começa a falar: "e agora, você vai assistir o programa "Sexo, drogas e rock'n'road com a Mamma"". O programa é como se fosse um Flash do Amaury Jr., mas muito escroto. Ela entra num lugar, onde estão várias mulheres e fala, toda empolgada:
"E agora estamos entrando no melhor puteiro da cidade! Putas de todos os tipos, para todos os gostos. Se você é menor de idade, estudante, é só trazer o comprovante que você ganha um desconto. Ah, idosos também têm desconto. As garotas aqui fazem tudo: sadomasoquismo! fetiches! te abraçam como se fosse sua mãe! Elas aqui fazem o serviço muito bem feito. Olha aquela ali, provavelmente ela veio de um serviço muito bem feito". E mostra uma mulher durmindo sentada, acabada.
Aí depois ela vai pra um salão onde o pessoal está jogando bilhar e vai falando: "E agora, nós vamos para
o salão das drogas. Isso aqui apenas parece um salão de bilhar, mas as pessoas aqui vivem e respiram drogas. Esse aqui é um viciado, aquele é um traficante."
E a mulher não pára de falar, aí até as legendas começam a zoar com ela. "Eu sou uma vaca! Bla, bla, bla, bla".
E seguem outras ótimas cenas, com muito humor negro, como a cena da briga de galos com música de circo.
É interessante notar que nas Filipinas as influências orientais e ocidentais estão bem misturadas. O filme não tem aquele "estilão" asiático, mas também não tem o estilo ocidental. É bem estranho, por exemplo, ver que um dos atores orientais se chama Gil Mendonza.
Ah, o diretor Khavn é músico também, a música de encerramento que é dele, inclusive, é muito boa, começa ele falando "lupa lupa lupa lupa lupa" (terra em filipino), e vai falando, entre outras coisas, "terra pra mim, terra pra você, terra de dia, terra de noite", mas além disso tem um ritmo ótimo e tem uma hora que o cara começa a berrar.
Depois eu comento sobre o curta que passou depois e que também foi excelente.

0 Comments:
Post a Comment
<< Home